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{"id":69,"date":"2013-02-03T17:34:45","date_gmt":"2013-02-03T17:34:45","guid":{"rendered":"http:\/\/asaofranciscodeassis.com\/site\/?page_id=69"},"modified":"2013-07-22T18:23:53","modified_gmt":"2013-07-22T18:23:53","slug":"terapia-ocupacional","status":"publish","type":"page","link":"www.asaofranciscodeassis.com\/?page_id=69","title":{"rendered":"Terapia Ocupacional"},"content":{"rendered":"

Como atender alunos com altas habilidades<\/a><\/h3>\n
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Crian\u00e7as superdotadas<\/b><\/div>\n
tamb\u00e9m precisam de<\/b><\/div>\n
atendimento especializado.<\/b><\/div>\n
Saiba como agir com esse<\/b><\/div>\n
\u00a0p\u00fablico.<\/b><\/b><\/div>\n
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Trabalhar com alunos com altas habilidades requer, antes de tudo, derrubar dois mitos. Primeiro: esses estudantes, tamb\u00e9m chamados de superdotados, n\u00e3o s\u00e3o g\u00eanios com capacidades raras em tudo – s\u00f3 apresentam mais facilidade do que a maioria em determinadas \u00e1reas. Segundo: o fato de eles terem racioc\u00ednio r\u00e1pido n\u00e3o diminui o trabalho do professor. Ao contr\u00e1rio, eles precisam de mais est\u00edmulo para manter o interesse pela escola e desenvolver seu talento – se n\u00e3o, podem at\u00e9 se evadir.<\/b><\/div>\n
A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) calcula que pelo menos 5% da popula\u00e7\u00e3o tem algum tipo de alta habilidade. No Brasil, at\u00e9 o ano passado, haviam sido identificados 2,5 mil jovens e crian\u00e7as assim. Para dar um atendimento mais qualificado a esse p\u00fablico, o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) criou em 2005 N\u00facleos de Atividades de Altas Habilidades\/Superdota\u00e7\u00e3o em todos os estados. Apesar de ainda pouco estruturados, esses \u00f3rg\u00e3os que t\u00eam o papel de auxiliar as escolas quando elas reconhecem alunos com esse perfil em suas salas de aula.<\/b><\/div>\n

\nNo Distrito Federal, tal servi\u00e7o existe desde 1976 – raz\u00e3o pela qual a identifica\u00e7\u00e3o de jovens com altas habilidades, embora ainda pequena, seja a maior do pa\u00eds. “Aprendi na pr\u00e1tica que a superdota\u00e7\u00e3o \u00e9 democr\u00e1tica e pode ocorrer em qualquer aluno, em qualquer local ou classe social e at\u00e9 naquele com alguma limita\u00e7\u00e3o f\u00edsica ou ps\u00edquica”, afirma a atual coordenadora do projeto no Distrito Federal, Olzeni Leite Costa Ribeiro.<\/b><\/div>\n
Assim como os estudantes diagnosticados com algum tipo de defici\u00eancia, os que t\u00eam altas habilidades precisam de uma flexibiliza\u00e7\u00e3o da aula para que suas necessidades particulares sejam atendidas, o que os coloca como parte do grupo que tem de ser inclu\u00eddo na rede regular de ensino. “O que devemos oferecer a eles s\u00e3o desafios”, resume a presidente do Conselho Brasileiro de Superdota\u00e7\u00e3o, Susana Graciela P\u00e9rez Barrera P\u00e9rez.<\/b><\/div>\n
Onde buscar ajuda<\/b><\/div>\n
O superdotado pode ter qualquer perfil, do mais bagunceiro ao bra\u00e7o direito da professora, passando pelo t\u00edmido. O que o torna diferente \u00e9 a habilidade acima da m\u00e9dia em uma \u00e1rea espec\u00edfica do conhecimento. Isso pode ter raz\u00f5es gen\u00e9ticas ou ter sido moldado pelo ambiente em que o aluno vive. Raramente, os superdotados t\u00eam m\u00faltiplas habilidades. Portanto, uma boa pista para encontr\u00e1-los \u00e9 reparar no desempenho e no interesse muito maiores por um determinado assunto.<\/b><\/div>\n
O professor deve desconfiar de estudantes com vocabul\u00e1rio avan\u00e7ado, perfeccionistas, contestadores, sens\u00edveis a temas mais abordados por adultos e que n\u00e3o gostem de rotina. O Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o montou um formul\u00e1rio com 24 frases que ajudam a identificar estudantes assim (confira a lista no quadro “Como identificar a superdota\u00e7\u00e3o”). Se voc\u00ea reconhece um de seus alunos como poss\u00edvel superdotado, procure o N\u00facleo de Atividades de Altas Habilidades\/Superdota\u00e7\u00e3o na Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o de seu estado.<\/b><\/div>\n
Os n\u00facleos t\u00eam a obriga\u00e7\u00e3o de indicar uma psicopedagoga para avaliar se a crian\u00e7a ou o jovem t\u00eam mesmo uma alta habilidade – e encaminh\u00e1-lo ao programa oficial de est\u00edmulo, com atividades extraclasse e orienta\u00e7\u00f5es para o professor e a fam\u00edlia. Institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais tamb\u00e9m apoiam professores e familiares que procuram ajuda para desenvolver talentos. Alguns exemplos s\u00e3o o Instituto Rog\u00e9rio Sternberg, no Rio de Janeiro, e o N\u00facleo de Apoio \u00e0s Pessoas com Necessidades Especiais da Universidade Federal do Paran\u00e1.<\/b><\/div>\n
Trabalho requer estrat\u00e9gias diversificadas e apoio externo<\/b><\/div>\n
A professora Lucyana de Ara\u00fajo Domingues de Andrade tem tr\u00eas superdotadas entre seus 35 alunos da Escola Classe 106 Norte,\u00a0em Bras\u00edlia. Beatriz\u00a0foi identificada com altas habilidades em artes na 1\u00aa s\u00e9rie. Laura Helena teve a superdota\u00e7\u00e3o em conhecimentos gerais reconhecida quando estava na 2\u00aa. E, este ano, Lucyana percebeu que Daniele tem interesse e capacidade acima da m\u00e9dia em todas as disciplinas. Como o Distrito Federal conta com salas de recursos dispon\u00edveis na rede p\u00fablica, as meninas t\u00eam acesso duas vezes por semana a atividades de est\u00edmulo no contraturno, o que n\u00e3o significa que deem mais sossego \u00e0 professora.<\/b><\/div>\n
“S\u00e3o \u00f3timas alunas e, por isso mesmo, me d\u00e3o mais trabalho do que os colegas”, diz. Segundo ela, Beatriz chama a aten\u00e7\u00e3o quando faz atividades art\u00edsticas e as outras duas perguntam o tempo todo, lembram de detalhes de conte\u00fado antigo e s\u00e3o muito r\u00e1pidas na execu\u00e7\u00e3o de trabalhos. “Terminam em poucos minutos exerc\u00edcios que entret\u00eam a turma por duas horas”, diz. Para mant\u00ea-las instigadas, Lucyana chega a dar quatro atividades a mais.<\/b><\/div>\n
Em Matem\u00e1tica, por exemplo, ela usa folhetos de supermercado para trabalhar as quatro opera\u00e7\u00f5es. Quando as meninas terminam, pede que aprofundem as quest\u00f5es, pensem como ficaria a conta se houvesse uma promo\u00e7\u00e3o ou quais produtos um cliente teria de deixar de comprar se tivesse menos dinheiro do que o valor final. Em Portugu\u00eas, todos leram a f\u00e1bula A Cigarra e a Formiga, deLa Fontaine. Em\u00a0seguida, escreveram os poss\u00edveis di\u00e1logos dos personagens – e as meninas com altas habilidades foram al\u00e9m. “Perguntei se hoje a cigarra poderia ganhar dinheiro cantando. E elas fizeram uma hist\u00f3ria a mais.”<\/b><\/div>\n
Lucyana tamb\u00e9m promove a integra\u00e7\u00e3o ao pedir que as alunas auxiliem os que t\u00eam menor n\u00edvel de conhecimento. “\u00c0s vezes, por explicar com a mesma linguagem infantil, elas conseguem bons resultados ou, pelo menos, percebem que cada um tem uma maneira de aprender”, diz. Fora tudo isso, a sala disp\u00f5e de um varal de livros, para ser lidos nos intervalos ou quando algu\u00e9m acaba a atividade antes que os outros. “A maioria pega os exemplares mais ilustrados para folhear. Elas n\u00e3o: leem livros que seriam para crian\u00e7as mais velhas”, conta.<\/b><\/div>\n
Os superdotados n\u00e3o s\u00e3o iguais e se dividem em v\u00e1rios perfis<\/b><\/div>\n
Especialistas ressaltam que nem sempre esses alunos s\u00e3o os mais comportados (leia mais no quadro abaixo) e explicam que as altas habilidades s\u00e3o divididas em seis grandes blocos:<\/b><\/div>\n
– Capacidade Intelectual Geral\u00a0<\/b>
\n<\/b>Crian\u00e7as e jovens assim t\u00eam grande rapidez no pensamento, compreens\u00e3o e mem\u00f3ria elevadas, alta capacidade de desenvolver o pensamento abstrato, muita curiosidade intelectual e um excepcional poder de observa\u00e7\u00e3o.<\/b><\/div>\n
– Aptid\u00e3o Acad\u00eamica Espec\u00edfica\u00a0<\/b>
\n<\/b>Nesse caso, a diferen\u00e7a est\u00e1 em: concentra\u00e7\u00e3o e motiva\u00e7\u00e3o por uma ou mais disciplinas, capacidade de produ\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, alta pontua\u00e7\u00e3o em testes e desempenho excepcional na escola.<\/b><\/div>\n
– Pensamento Criativo\u00a0<\/b>
\n<\/b>Aqui se destacam originalidade de pensamento, imagina\u00e7\u00e3o, capacidade de resolver problemas ou perceber t\u00f3picos de forma diferente e inovadora.<\/b><\/div>\n
– Capacidade de Lideran\u00e7a\u00a0<\/b>
\n<\/b>Alunos com sensibilidade interpessoal, atitude cooperativa, capacidade de resolver situa\u00e7\u00f5es sociais complexas, poder de persuas\u00e3o e de influ\u00eancia no grupo.<\/b><\/div>\n
– Talento Especial para Artes\u00a0<\/b>
\n<\/b>Alto desempenho em artes pl\u00e1sticas, musicais, dram\u00e1ticas, liter\u00e1rias ou c\u00eanicas, facilidade para expressar ideias visualmente, sensibilidade ao ritmo musical.<\/b><\/div>\n
– Capacidade Psicomotora\u00a0<\/b>
\n<\/b>A marca desses estudantes \u00e9 o desempenho superior em esportes e atividades f\u00edsicas, velocidade, agilidade de movimentos, for\u00e7a, resist\u00eancia, controle e coordena\u00e7\u00e3o motora fina e grossa.<\/b><\/b><\/div>\n
Mau comportamento pode ser sinal<\/b><\/b><\/div>\n
O hist\u00f3rico escolar de Louis Pasteur, Albert Einstein, Walt Disney e Isaac Newton costuma chocar quem espera um comportamento “exemplar”. O franc\u00eas respons\u00e1vel pelas primeiras vacinas era mau aluno, especialmente\u00a0em Qu\u00edmica. O\u00a0alem\u00e3o que elaborou a Teoria da Relatividade fugia das aulas de Matem\u00e1tica. O americano que criou um imp\u00e9rio do entretenimento foi reprovado\u00a0em Arte. E, durante a inf\u00e2ncia, o cientista ingl\u00eas que primeiro percebeu a gravidade teve de ser educado pela m\u00e3e porque foi expulso da escola. Hoje, ningu\u00e9m duvida de que os quatro eram superdotados, o que ajuda a entender que nem sempre alunos assim s\u00e3o os mais interessados e bem comportados em sala de aula.<\/b><\/b><\/div>\n
O estudante com altas habilidades costuma ter um interesse t\u00e3o grande por uma das disciplinas que acaba negligenciando as demais. A facilidade de expressar-se, por exemplo, pode ser usada para desafiar o professor e os colegas. Mesmo os mais aplicados dificultam a aula ao monopolizar a aten\u00e7\u00e3o. Muitos n\u00e3o querem trabalhar em grupo por n\u00e3o entender o ritmo “mais lento” dos colegas. A descoberta das altas habilidades \u00e9 o primeiro passo para melhorar esses comportamentos. Primeiro, porque muda o olhar do professor. E tamb\u00e9m porque o pr\u00f3prio jovem passa a aceitar melhor as diferen\u00e7as.<\/b><\/b><\/div>\n

\n<\/b>Diagn\u00f3stico \u00e9 complexo e depende da aten\u00e7\u00e3o do docente<\/b><\/b><\/div>\n
Mesmo nos casos em que n\u00e3o h\u00e1 a certeza de que o estudante tem altas habilidades, o est\u00edmulo do professor \u00e9 bem-vindo. Foi o que pensou Sandra Nogueira quando percebeu o talento de Guilherme Oliveira de Souza, seu aluno da 7\u00aa s\u00e9rie da EE Odylo de Brito Ramos,\u00a0em Teresina. Ela\u00a0passava pelas fileiras quando notou um desenho muito bom no caderno. “Vi que ele tinha feito um em cada p\u00e1gina. Era o conte\u00fado das aulas na frente e um desenho no verso.”<\/b><\/b><\/div>\n
Ela conversou com o garoto, tido como desinteressado pela maioria dos professores, e percebeu sua paix\u00e3o por imagens. Nas semanas seguintes, apresentou materiais especiais, como pastel a \u00f3leo, bico de pena, nanquim e papel apropriado para desenho. “Ele aprendeu v\u00e1rios estilos”, conta. Em Hist\u00f3ria da Arte, Guilherme tamb\u00e9m se destaca. Quando Sandra pede um exemplo de pintura da fase que est\u00e1 sendo estudada, todos colam figuras recortadas – Guilherme reproduz. Em Ci\u00eancias, ele ajudou a todos ao desenhar em uma parede uma grande flor decomposta, com todas as suas partes (veja foto acima).<\/b><\/b><\/div>\n
Recentemente, quando o N\u00facleo de Atividades de Altas Habilidades do Piau\u00ed esteve na escola e pediu aos educadores que ficassem atentos \u00e0 possibilidade de alguns alunos terem altas habilidades, a professora indicou o garoto (que havia chegado at\u00e9 a 7\u00aa s\u00e9rie sem ser descoberto). “Agora, os colegas comentam que ele tem estado mais presente tamb\u00e9m nas outras disciplinas”, afirma ela.<\/b><\/b><\/div>\n
Denise Fleith, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Bras\u00edlia (Unb), tem p\u00f3s-doutorado em altas habilidades no Reino Unido e \u00e9 formadora de novos especialistas no Brasil. Ela tamb\u00e9m defende a cria\u00e7\u00e3o de salas de recurso e acredita que o professor da classe regular pode contribuir com o enriquecimento do curr\u00edculo. “Ele pode e deve apresentar ao aluno caminhos para o desenvolvimento de seu potencial, desde materiais para pesquisa at\u00e9 contatos de estudiosos dos assuntos.”<\/b><\/b><\/div>\n

\n<\/b>Como identificar a superdota\u00e7\u00e3o<\/b><\/b><\/div>\n
Reserve alguns minutos para listar os nomes dos alunos que logo v\u00eam \u00e0 sua mente quando voc\u00ea l\u00ea as descri\u00e7\u00f5es abaixo. Utilize essa lista (preparada pelo MEC) como uma “associa\u00e7\u00e3o livre” e de forma r\u00e1pida. \u00c9 prov\u00e1vel que voc\u00ea encontre mais do que um estudante em cada item. Quem exibir consistentemente v\u00e1rios dos comportamentos tem fortes chances de apresentar altas habilidades.<\/b><\/b><\/div>\n
1 Aprende f\u00e1cil e rapidamente.<\/b><\/b><\/div>\n
2 \u00c9 original, imaginativo, criativo, n\u00e3o convencional.<\/b><\/b><\/div>\n
3 Est\u00e1 sempre bem informado, inclusive em \u00e1reas n\u00e3o comuns.<\/b><\/b><\/div>\n
4 Pensa de forma incomum para resolver problemas.<\/b><\/b><\/div>\n
5 \u00c9 persistente, independente, autodirecionado (faz coisa sem que seja mandado).<\/b><\/b><\/div>\n
6 Persuasivo, \u00e9 capaz de influenciar os outros.<\/b><\/b><\/div>\n
7 Mostra senso comum e pode n\u00e3o tolerar tolices.<\/b><\/b><\/div>\n
8 Inquisitivo e c\u00e9tico, est\u00e1 sempre curioso sobre o como e o porqu\u00ea das coisas.<\/b><\/b><\/div>\n
9 Adapta-se com bastante rapidez a novas situa\u00e7\u00f5es e a novos ambientes.<\/b><\/b><\/div>\n
10 \u00c9 esperto ao fazer coisas com materiais comuns.<\/b><\/b><\/div>\n
11 Tem muitas habilidades nas artes (m\u00fasica, dan\u00e7a, desenho etc.).<\/b><\/b><\/div>\n
12 Entende a import\u00e2ncia da natureza (tempo, Lua, Sol, estrelas, solo etc.).<\/b><\/b><\/div>\n
13 Tem vocabul\u00e1rio excepcional, \u00e9 verbalmente fluente.<\/b><\/b><\/div>\n
14 Aprende facilmente novas l\u00ednguas.<\/b><\/b><\/div>\n
15 Trabalhador independente.<\/b><\/b><\/div>\n
16 Tem bom julgamento, \u00e9 l\u00f3gico.<\/b><\/b><\/div>\n
17 \u00c9 flex\u00edvel e aberto.<\/b><\/b><\/div>\n
18 Vers\u00e1til, tem m\u00faltiplos interesses, alguns deles acima da idade cronol\u00f3gica.<\/b><\/b><\/div>\n
19 Mostra sacadas e percep\u00e7\u00f5es incomuns.<\/b><\/b><\/div>\n
20 Demonstra alto n\u00edvel de sensibilidade e empatia com os outros.<\/b><\/b><\/div>\n
21 Apresenta excelente senso de humor.<\/b><\/b><\/div>\n
22 Resiste \u00e0 rotina e \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o.<\/b><\/b><\/div>\n
23 Expressa ideias e rea\u00e7\u00f5es, frequentemente de forma argumentativa.<\/b><\/b><\/div>\n
24 \u00c9 sens\u00edvel \u00e0 verdade e \u00e0 honra.<\/b><\/p>\n

<\/b>Fonte:http:\/\/revistaescola.abril.com.br\/inclusao\/educacao-especial\/altas-habilidades-489225.shtml<\/b><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"

Como atender alunos com altas habilidades Crian\u00e7as superdotadas tamb\u00e9m precisam de atendimento especializado. Saiba como agir com esse \u00a0p\u00fablico. Trabalhar com alunos com altas habilidades requer, antes de tudo, derrubar dois mitos. Primeiro: esses estudantes, tamb\u00e9m chamados de superdotados, n\u00e3o s\u00e3o g\u00eanios com capacidades raras em tudo – s\u00f3 apresentam mais facilidade do que a maioria em determinadas \u00e1reas. Segundo:… Read more »<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":64,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-69","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/69","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=69"}],"version-history":[{"count":2,"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/69\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":121,"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/69\/revisions\/121"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/64"}],"wp:attachment":[{"href":"www.asaofranciscodeassis.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=69"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}
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